Lixão de Oiapoque compromete moradores do seu entorno e é questão de saúde pública

A situação do lixão do município de Oiapoque é alarmante e preocupa as pessoas que residem na sua área de entorno e nas suas adjacências pela situação de degradação e ameaça à saúde desses moradores. Na sessão ordinária de hoje (4) na Assembleia Legislativa do Amapá (ALAP), a deputada estadual Cristina Almeida (PSB) chamou a atenção em relação aos riscos que o lixão representa e por ser, em função disso, um caso de saúde pública e que pode trazer consequências irreparáveis para a qualidade de vida.
Segundo a parlamentar, apesar dos esforços da prefeita Maria Orlanda Garcia, não existe até o presente momento nenhuma contrapartida positiva do governo do Estado e a situação já se prolonga há tempos, desde que a primeira licença dada – de forma irregular pelo IMAP -, e que acentuou bastante o processo de degradação da área pela forma incorreta como a mesma foi transformada em depósito de lixo, se deu exatamente na primeira gestão do atual governo.
“O lixão de Oiapoque tem sido uma pauta reincidente no nosso mandato desde fevereiro deste ano, quando detectamos esse problema em nossas idas àquele município e ouvimos dos próprios moradores que reclamam do odor que é exalado da lixeira. E se tivesse sido dada a atenção necessária a essa questão por parte do poder público estadual logo no começo, a degradação não teria chegado ao extremo que chegou”, concluiu Cristina.

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Comunicólogo e Jornalista por formação, Rádio-apaixonado e Social Media. 23 anos. Fazendo a segunda graduação na Universidade Federal do Amapá, acadêmico de Letras/Francês.

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