Amapá é contemplado com o Projeto Inova Jovem

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O projeto vai atender 25 jovens negros, de 18 a 29 anos, em situação de vulnerabilidade social e econômica em Macapá. As inscrições começam na segunda-feira.

O Governo do Amapá, por meio da Secretaria Extraordinária de Políticas para Juventude (Sejuv), assinou um Termo de Pactuação do Projeto Inova Jovem, com a Secretaria Nacional de Juventude (SNJ). O objetivo é oferecer o curso, Empreendedorismo pra Moçada da Comunidade, à 25 jovens negros, de 18 a 29 anos, em situação de vulnerabilidade social e econômica. Essa é mais uma alternativa para a criação de oportunidades de emprego e renda para os jovens.

As inscrições estarão abertas no período de 2 a 6 de abril, e podem ser feitas nos portais: www.juventude.gov.br/inova-jovem ou www.inovajovem.com.br. A turma será formada por 25 estudantes. Quem se inscrever até esse limite terá a vaga garantida. Caso o número de inscritos supere a quantidade de vagas abertas, o aluno só será chamado em caso de desistência de outro candidato. Por outro lado, se não houver número mínimo de 15 inscritos, não haverá turma.

Caso o interessado não tenha acesso a computador ou celular, ele pode se dirigir a escola estadual Gabriel de Almeida Café, localizada na avenida FAB, Centro de Macapá, que vai funcionar como Ponto Focal, de 8:00 às 13:00. Neste local, o coordenador do projeto, Antonio de Oliveira Costa, fará a inscrição do jovem e depois vai lançar no portal.

Inicialmente o Projeto Inova Jovem atenderá 53 cidades com maior vulnerabilidade juvenil à violência e todas as 27 capitais do país, somando um total de 80 cidades. No Amapá, o projeto será desenvolvido em Macapá, pela Sejuv, que fará a seleção dos beneficiários que irão participar do curso e a viabilização do local onde será realizada a capacitação.

 

Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência

O Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência, é um estudo realizado pela SNJ em parceria com a UNESCO e com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, com o objetivo de medir a mortalidade juvenil por homicídio, acidentes de trânsito, frequência escolar e situação de emprego, indicador de pobreza e de desigualdade. Os dados foram agregados pela ótica racial, de gênero e em municípios com mais de 100 mil habitantes.

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