Banco de Leite precisa de doações para garantir estoque

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A queda do estoque costuma acontecer no período de dezembro a fevereiro. “Esse déficit não é registrado apenas aqui no nosso Banco de Leite, em todos os outros também acontece. É comum. O problema é que os bebês continuam precisando desse alimento, principalmente os que estão na UTI”, ressaltou a coordenadora do BLH.

A necessidade do produto é diária, especialmente para os prematuros de baixo peso internados na maternidade. A rotatividade das doadoras cadastradas dura pouco tempo, já que a amamentação ocorre nos seis primeiros meses de vida do bebê. No mês de novembro, o estoque de leite ficou em 125,6 litros coletados de 251 doadoras.

O leite materno deve ser o primeiro e único alimento do recém-nascido essencial até o 6º mês de vida. É completo porque contém vitaminas, minerais, gorduras, açúcares e proteínas. Além de possuir muitas substâncias nutritivas e de defesa, que não são encontradas no leite de vaca. Por isso, a importância da amamentação.

Quem pode doar

Para se tornar uma doadora, a mulher em fase de amamentação deve produzir um volume de leite acima da necessidade de seu bebê, além de ser saudável e não usar medicamentos que impeçam a doação.

Interessadas devem procurar Banco de Leite, que funciona no prédio do Hospital da Mulher Mãe Luzia, localizado na Jovino Dinoá, esquina com a Av. FAB. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Mais informações pelo número 0800-2809009.

Quem não tem leite, pode doar vidros

Todos podem ajudar o Banco de Leite Humano do HMML com a doação de recipientes de vidro com tampa plástica. Pode ser de café solúvel ou maionese, que servirão para armazenar o leite humano doado. Os interessados devem levar os recipientes ao BLH.