Casa do Artesão recebe mutirão de limpeza para reabertura

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Prédio passou por obras de reforma e revitalização no telhado, rede elétrica, hidráulica, pintura, entre outros ambientes; tem novidades no espaço.

 

 Foto: Ascom/Sete
A equipe da Sete retirou lixo, lavou o piso, espanou as paredes e higienizou as salas do anexo

A Casa do Artesão, localizada na praça Beira-Rio, em Macapá, começou a ser preparada para ser entregue à sociedade amapaense nas próximas semanas. Neste sábado, 10, ocorreu um mutirão de limpeza nas áreas interna e externa, promovido pela Secretaria de Estado do Trabalho e Empreendedorismo (Sete).

A equipe da Sete retirou lixo, lavou o piso, espanou as paredes e higienizou as salas do anexo. O prédio passou por obras de reforma e revitalização no telhado, rede elétrica, hidráulica, pintura, entre outros ambientes. A Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinf) foi a responsável pelo serviço.

A limpeza teve o propósito de deixar o local em condições para a acomodação das peças em madeira, argila, cerâmica, cipó, fibras, sementes e outros artesanatos. A novidade é um espaço no primeiro piso destinado às manualidades.

“Pela primeira vez este segmento [manualidades] terá a oportunidade de expor e comercializar suas obras dentro da Casa do Artesão. É uma reivindicação antiga e que, agora, está sendo atendida pelo governo do Estado”, anunciou a secretária do Trabalho e Empreendedorismo, Maraína Martins.

A secretária esclareceu que a reabertura da Casa do Artesão não vai significar o fechamento dos anexos, que vão continuar em funcionamento no Monumento Marco Zero do Equador, Museu Sacaca e Aeroporto Internacional de Macapá Alberto Alcolumbre, este último implantado recentemente. A meta é permitir que os turistas e a população tenham mais opções de locais para comprar o artesanato amapaense.

A Casa do Artesão também vai abrigar a Galeria Mestres Artesãos, uma exposição permanente com fotos que conta a história de artesãos pioneiros do Estado do Amapá.

Todo o ambiente interno terá tradução em francês e inglês. “A ideia da identificação bilíngue é justamente facilitar ao visitante a comunicação e a localização das peças”, justificou a coordenadora Estadual do Artesanato, Marcella Chesca.

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 Créditos:Ascom/Sete


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