Deputado anuncia visita ao Hospital de Emergências e pede providências ao setor da saúde

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Falando durante as Comunicações Inadiáveis, na sessão desta quinta-feira (15), o deputado Jaci Amanajás (PV) anunciou a visita que a Comissão de Direitos Humanos, que ele preside, fará ao Hospital de Emergências em breve, para verificar as condições com que estão sendo tratados os pacientes da unidade. O parlamentar demonstrou preocupação com algumas situações que estariam ocorrendo em todo o setor da saúde, entre as quais a baixa cobertura vacinal contra o HPV, a falta de tomógrafo e as precárias condições de atendimento no Hospital de Emergências.

“A pedido da Comissão de Direitos Humanos, faremos uma visita ao Pronto Socorro, que vive lotado, com os corredores cheios de pacientes, alguns deitados no chão. É preciso uma união de esforços entre Estado e Município e até com a União, que injeta recursos na saúde, para que haja uma triagem mais rigorosa, com o objetivo de reduzir o número de pacientes naquele hospital. Pacientes com diarreia ou dor de garganta, por exemplo, devem ser encaminhados aos postos de saúde”, sugeriu.

Sobre a vacinação contra o HPV, que previne o câncer do colo uterino de meninas, o deputado disse que a baixa cobertura vacinal, que atingiu apenas 56% do universo, é insuficiente e preocupante. “A responsabilidade tem que vir de todos, em especial do Município. Os agentes de saúde deveriam fazer buscas ativas nas residências para sensibilizar as mães, a fim de aumentar o número de vacinadas. As famílias, que recebem benefícios em forma de bolsas, também precisam ser responsabilizadas. Essa doença é muito séria, e quanto maior a prevenção, maior a chance de cura”, lembrou.

02Em aparte, o deputado Dr. Furlan (PTB) concordou com o colega e ressaltou a importância de aproveitar a gratuidade da rede pública. “Uma vacina contra o HPV na rede particular de saúde chega a custar R$ 400,00, enquanto na rede pública é grátis. Não devemos perder a chance de vacinar nossas jovens”, sustentou. O deputado Jaci Amanajás ainda reclamou a falta de um tomógrafo na rede pública de saúde e se disse preocupado com a violência que assola a capital do estado. “Ocupamos hoje a 40ª posição em cidade mais violenta, não do Brasil, mas do mundo. Isso é muito sério e precisa de medidas urgentes”, destacou o parlamentar.

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – Alap
Texto: Paulo Oliveira