Em debate sobre a importância da investigação para a persecução criminal, MP-AP defende valorização da Polícia Civil – Correio Amapaense

Em debate sobre a importância da investigação para a persecução criminal, MP-AP defende valorização da Polícia Civil

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A Promotora de Justiça Andrea Guedes, coordenadora do Núcleo de Investigação Civil e Criminal (PICC) do Ministério Público do Amapá (MP-AP) participou, na última terça-feira (17), da mesa redonda sobre a importância da investigação policial na persecução criminal. Durante o evento, realizado no Museu Sacaca, a representante do MP-AP defendeu mais valorização e melhores condições de trabalho aos policiais civis, dada a relevância do trabalho que realizam para a elucidação dos crimes.

No debate, além do MP-AP, participaram o juiz de Direito Adão de Carvalho, titular da 1ª Vara Criminal da Comarca de Macapá; o advogado Helder Afonso; o delegado da Polícia Civil Paulo Reyner e o agente de polícia Anderson Batista.

Em suas considerações todos reconheceram que é impossível imaginar avanços na política de segurança pública sem a necessária reflexão sobre a importância do trabalho realizado por homens e mulheres responsáveis pela investigação.

“Sem o trabalho de vocês não somos nada. Portanto, é extremamente importante que a Polícia Civil seja mais valorizada. Agentes, oficiais e delegados que conduzem um dificílimo trabalho de investigação precisam de apoio, estrutura, remuneração adequada e qualificação permanente”, manifestou a promotora Andrea Guedes.

O Policial Civil Anderson Batista revelou que, de fato, há muita desmotivação devido às precárias condições para o exercício da função. No entanto, acrescentou que com o treinamento dos policiais e as ferramentas adequadas é possível garantir a correta prestação do serviço à comunidade.

Nas considerações finais, a promotora reforçou a necessidade de união entre todas as instituições que compõem o sistema de segurança pública. “Agradeço demais a oportunidade de estar aqui e repito: precisamos esquecer as diferenças e facilitar as igualdades, iniciando com o compartilhamento de informações”, finalizou Andrea Guedes.

Logo após o evento, por volta das 21h, ao tomar conhecimento da morte do agente da Polícia Civil, Asplênio Costa, assassinado durante uma tentativa de roubo, Andrea Guedes manifestou profundo pesar pela perda e solidariedade aos familiares, amigos e a toda a instituição enlutada.

 

 

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Ana Girlene

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