Estado leva ações de vigilância em saúde às regiões afetadas com a cheia no Jari – Correio Amapaense

Estado leva ações de vigilância em saúde às regiões afetadas com a cheia no Jari

Combate ao Aedes aegypti com borrifação de inseticida e orientações sobre perigos de consumir água contaminada, são algumas das frentes de atuação.

 

 Foto: SVS
Aparelho de pulverização de inseticida em Ultra Baixo Volume foi fornecido pela SVS

O Governo do Estado do Amapá (GEA) realiza ações de vigilância em saúde em favor da população afetada com a enchente no município de Laranjal do Jari, distante 265 quilômetros de Macapá. No início da semana, agentes de vigilância em saúde ambiental da cidade, iniciaram a borrifação por todos os bairros, principalmente, os mais atingidos com a elevação do nível do Rio Jari, provocada pela chuva.

A ação foi garantida com o fornecimento, pela Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS), de uma bomba de nebulização Ultra Baixo Volume (UBV) para a pulverização do inseticida de combate ao mosquito Aedes aegypti. A borrifação ocorrerá até sábado, 28, e está sendo feita pela manhã entre 6h e 8h e, no início da noite, entre 18h e 20h.

Durante o procedimento, os imóveis também são inspecionados pelos agentes em busca de larvas do mosquito. De acordo com o diretor executivo da SVS, Emanuel Bentes, o objetivo é eliminar as fêmeas do mosquito Aedes na forma adulta.

Ações

Durante o fim de semana, o GEA levou para as famílias afetadas com os alagamentos, outras ações de prevenção em saúde. O diretor executivo da SVS conversou com os moradores abrigados na Escola Estadual Mineko Hayashida, explicando a importância do cuidado para não consumir água contaminada.

“Há o perigo de transmissão da leptospirose, porque essa água invade os locais onde os ratos se abrigam. O contato prolongado, quando há algum ferimento, possibilita a transmissão”, alertou Emanuel Bentes que, também, tratou dos cuidados para evitar doenças diarreicas, como febre tifoide, dentre outras.

Além das palestras no fim de semana, foram realizadas ações de monitoramento da água consumida. A Companhia de Água e Esgoto do Amapá (Caesa) e a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) fazem a coleta de amostras de água nos diversos pontos da rede de distribuição.

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