GEA garante participação do Amapá na Copa Norte/Nordeste de Basquete em Cadeira de Rodas

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Sedel fez entrega simbólica de 12 passagens aéreas à Associação dos Deficientes Físicos do Amapá. Evento acontecerá em junho, em Fortaleza (CE).

 

 Foto: Rodolfo Santos/Sedel
Secretário do Desporto e Lazer, Júnior Maciel, fez a entrega simbólica das passagens à Adfap

Com informações do Comitê Paralímpico Brasileiro

O Governo do Amapá garantiu a participação da Seleção Amapaense de Basquetebol em Cadeira de Rodas na Copa Norte/Nordeste, que acontecerá de 4 a 9 de junho, em Fortaleza (CE). A Secretaria de Estado do Desporto e Lazer (Sedel) fez a entrega simbólica de 12 passagens aéreas à Associação dos Deficientes Físicos do Amapá (Adfap).

“Sem esse apoio nós não teríamos condições de participar desse evento. Agradecemos à iniciativa do governo em garantir a participação dos nossos atletas neste evento”, considerou o presidente da Adfap, Elton Monteiro.

A Adfap é uma entidade de assistência social, sem fins lucrativos, localizada na Rua General Rondon, nº 1101, no Centro de Macapá.

Origem do Basquete em Cadeira de Rodas

Segundo o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), o basquete em cadeira de rodas foi praticado, incialmente, por ex-soldados norte-americanos que haviam saído feridos da segunda Guerra Mundial. O esporte fez parte de todas as edições já realizadas dos Jogos Paralímpicos.

Ainda de acordo com o CPB, no Brasil, a modalidade tem forte presença na história do movimento paralímpico, sendo a primeira a ser praticada no país, a partir de 1958, no Clube do Otimismo, no Rio de Janeiro, por iniciativa de Robson Sampaio de Almeida e pela ação do técnico Aldo Miccolis.

As cadeiras de rodas utilizadas por homens e mulheres são adaptadas e padronizadas pelas regras da Federação Internacional de Basquete em Cadeira de Rodas (IWBF). O jogador deve quicar, arremessar ou passar a bola a cada dois toques dados na cadeira.

As dimensões da quadra e a altura da cesta seguem o padrão do basquete olímpico. São disputados quatro quartos de 10 minutos, cada. No Brasil, a modalidade é administrada pela Confederação Brasileira de Basquete em Cadeira de Rodas (CBBC).