Investidor busca incentivos fiscais para implantar polo joalheiro no Amapá

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Benefícios da Área de Livre Comércio e da Zona Franca Verde foram os principais atrativos para o investidor, que visitou o Estado pela primeira vez.
Por: Leidiane Lamarão

O Governo do Amapá recebeu a empresa Pedrart Joalheria e alta relojoaria de Brasília (DF), que veio conhecer os incentivos fiscais, para implantar um polo em território amapaense. Quem recepcionou o empresário Marco Antônio Attiê, foi a diretora-presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Amapá (Agência Amapá), Tânia Maria. O investidor foi atraído pelas potencialidades do Estado e incentivos fiscais da Área de Livre Comércio de Macapá e Santana e da Zona Franca Verde.

Durante o encontro, em Macapá, Attiê falou do interesse em instalar uma indústria de joias e semi-joias, considerando o grande potencial de matéria-prima – o ouro – existente no Amapá. Na oportunidade, Tânia Maria apresentou ao empresário as informações necessárias para o acesso aos benefícios fiscais do Estado, por meio da Zona Franca Verde e Área de Livre Comércio. Ela também destacou o corredor de importação e a vocação logística do Amapá, que é considerada a porta de entrada do país para o comércio exterior.

Há mais de 40 anos no mercado, Attiê disse que está motivado com o ambiente favorável para instalar a indústria joalheira no Estado. “Vou retornar a Brasília e conversar com os sócios para que possamos tomar uma decisão e iniciar este processo o quanto antes. Vou contar para eles sobre as inúmeras possibilidades de desenvolvimento encontradas aqui”, destacou Marco Antônio, que visitou pela primeira vez o Amapá.

A diretora-presidente da Agência amapá afirmou que o Governo do Estado tem cumprido com seu papel de ofertar mecanismos para um ambiente favorável ao desenvolvimento e, que atraia o investidor, tanto do mercado interno, quanto do externo. “Temos trabalhado para facilitar o acesso do investidor aos nossos incentivos e tornar a implantação de indústrias no Estado, um processo menos burocratizado e com mais segurança jurídica”, reforçou Tânia Maria.

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