MP-AP e Polícia Civil realizam Operação Letus, na operação policiais são presos por envolvimento em execuções – Correio Amapaense

MP-AP e Polícia Civil realizam Operação Letus, na operação policiais são presos por envolvimento em execuções

MP-AP e Polícia Civil realizam Operação Letus

A Polícia Civil e o Ministério Público do Amapá (MP-AP) cumpriram na manhã de hoje, 21, três mandados de prisão e seis ordens de busca e apreensão deferidos pela Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Macapá.

A ação é resultado de meses de investigações capitaneadas pela Delegacia de Crimes Contra a Pessoa – DECIPE, em conjunto com o Núcleo de Operações em Inteligência – NOI, Promotorias de Justiça do Júri e de Investigações Cíveis e Criminais (PICC), no interesse de esclarecer crimes com características de execução ocorridos na capital amapaense.

Foram presos temporariamente o policial militar José Wilson Maciel de Cantuária e sua companheira Hellen Crhiystine Gonçalves Pinheiro, e, preventivamente, o também PM Lucas Vilhena Batista Filho.

Os policias militares JOSE WILSON MACIEL DE CANTUÁRIA e LUCAS VILHENA BATISTA FILHO respondem às ações penais por crime de homicídio qualificado e são investigados em outros delitos contra a vida.

A Polícia Civil e o Ministério Público realizaram na manhã desta quinta-feira, 21, a Operação Letus. Foram cumpridos três mandados de prisão e seis ordens de busca e apreensão deferidos pela Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Macapá. Letus é o deus romano da morte.

A ação é resultado de investigações realizadas pela Delegacia de Crimes Contra a Pessoa (Decipe), em conjunto com o Núcleo de Operações em Inteligência (NOI) e as promotorias do Júri e de Investigações Cíveis e Criminais do Ministério Público do Estado (MPE), para esclarecer crimes com características de execução ocorridos em Macapá.

Durante a operação, dois policiais militares e a esposa de um deles foram presos temporariamente. Os dois militares já respondem ações penais por homicídio qualificado e são investigados em outros delitos.

As ordens judiciais foram cumpridas com apoio de equipes da Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP), Núcleo de Inteligência do Ministério Público (Nimp) e do Batalhão de Operações Especiais da Policia Militar (Bope).

 

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