O Greenpeace descobriu um recife de corais em uma parte da Bacia da Foz do Amazonas

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Greenpeace descobre recife de corais em área licitada por ANP

Francesa Total havia arrematado blocos na Foz do Amazonas em leilão feito em 2013

POR BRUNO ROSA

Greenpeace descobre corais – Greenpeace descobre corais / © Greenpeace
  1. RIO – O Greenpeace descobriu um recife de corais em uma parte da Bacia da Foz do Amazonas onde a petroleira francesa Total arremantou blocos para explorar petróleo. A área fica a 120 km da costa norte do Brasil e funciona como uma espécie de corredor de biodiversidade marinha ligando o oceano Atlântico Sul ao Caribe. Com isso, a organização não-governamental sugere que o Ibama não conceda a licença para que a Total explore petróleo na área.

Na 11ª Rodada realizada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) em 2013, a companhia, em consórcio com a britânica BP e a Petrobras, arrematou cinco blocos na Bacia da Foz do Amazonas. Para o Greenpeace, com a descoberta que apontou a existência de corais na área onde a petroleira iria fazer a exploração, o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) feito pela Total não teria mais valor, já que as análises feitas pela companhia mostravam que os corais estariam a uma distância de oito quilômetros da área de perfuração.

onde a petroleira francesa Total arremantou blocos para explorar petróleo. A área fica a 120 km da costa norte do Brasil e funciona como uma espécie de corredor de biodiversidade marinha ligando o oceano Atlântico Sul ao Caribe. Com isso, a organização não-governamental sugere que o Ibama não conceda a licença para que a Total explore petróleo na área.

Na 11ª Rodada realizada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) em 2013, a companhia, em consórcio com a britânica BP e a Petrobras, arrematou cinco blocos na Bacia da Foz do Amazonas. Para o Greenpeace, com a descoberta que apontou a existência de corais na área onde a petroleira iria fazer a exploração, o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) feito pela Total não teria mais valor, já que as análises feitas pela companhia mostravam que os corais estariam a uma distância de oito quilômetros da área de perfuração.