Pacientes do HMML serão atendidos de acordo com a classificação de risco

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Com implantação do setor será possível agilizar atendimento dos casos mais graves o que contribuirá para a redução dos índices de mortalidade.

 

 

 Foto: André Rodrigues
Profissionais passam por capacitação sobre as técnicas em acolhimento de risco

O Hospital da Mulher Mãe Luzia (HMML) passou recentemente por reformas para instalar a sala de acolhimento com classificação de risco que, em maio, já deve iniciar as atividades. A classificação vai organizar a ordem de atendimento e será em concordância com o potencial de risco, agravos à saúde ou grau de sofrimento das pacientes, e através dela será possível fazer uma triagem mais específica e estabelecer um padrão para que pacientes de urgência e emergência sejam priorizados de acordo com o atendimento.

A sala de classificação de risco contará com uma sala vermelha, onde nos casos de maior gravidade as usuárias poderão ser estabilizadas ainda na admissão, dando agilidade no atendimento e contribuindo para a redução dos índices de mortalidade.

Segundo a diretora do HMML, Nayra Barbosa, a classificação de risco irá contribuir para a humanização e melhora no atendimento, além da diminuição no tempo de espera das usuárias. “Classificar o risco é classificar a emergência dessa mulher, e isso tem vários níveis. Ela vai receber o primeiro atendimento e a partir daí serão tomadas as iniciativas”, explica.

Para essa porta de entrada foram contratados 8 enfermeiros obstétricos, 7 técnicos em enfermagem e 1 biomédico para compor a equipe. Durante esta semana os profissionais estão passando por uma capacitação para atualizar as técnicas em acolhimento de risco para as usuárias em trabalho de parto, urgência obstétrica e ginecológica.

O enfermeiro obstétrico Werbeth Lima, acha importante esse atendimento especializado na entrada da unidade. “Isso vai contemplar todas as pacientes que forem ao Hospital seja para uma consulta ou apenas uma avaliação, mas ela vai sair satisfeita com o atendimento recebido”, afirma Lima.

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