POLÍCIA CIVIL INDICIA INTEGRANTE DE ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA QUE ESTÁ PRESO NO IAPEN

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POLÍCIA CIVIL INDICIA INTEGRANTE DE ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA QUE ESTÁ PRESO NO IAPEN E, COM A AJUDA DA COMPANHEIRA E DE UM AMIGO, PRATICOU DIVERSAS EXTORSÕES UTILIZANDO PERFIS FALSOS NAS REDES SOCIAIS

 Foto: Polícia Civil

Neste sábado, 23, a Polícia Civil do Amapá, por meio da Central de Flagrantes do CIOSP Pacoval, indiciou um interno do Iapen, de 39 anos de idade, por integrar e promover organização criminosa, falsa identidade, extorsão e lavagem de dinheiro.
Além desse detento, também foram indiciados por lavagem de capitais, a companheira dele, de 37 anos de idade, e um mototaxista, de 48 anos de idade, que o auxiliava na operacionalização e destinação dos valores obtidos com a prática de ilícitos.
“O preso criou inúmeros perfis falsos nas redes sociais, sempre de mulheres jovens, com fotos sensuais. Com isso, ele atraía homens e trocava fotos íntimas, ‘nudes’. No dia seguinte, o próprio detento entrava em contato com as vítimas, através de outro perfil falso, e se apresentava como sendo o pai da jovem e advogado. Ele dizia que a suposta filha era menor de idade e exigia altos valores em dinheiro para não divulgar as fotos íntimas das vítimas, inclusive, as ameaçava com prisão pela suposta pedofilia. Assim, diariamente, o infrator fez inúmeras vítimas e conseguiu auferir grande quantia em dinheiro, sendo que quem recebia e destinava os valores eram sua companheira e seu amigo mototaxista, pagando contas para o preso, fazendo investimentos, compras, enviando dízimo à igreja e até destinando valores para obras de construção civil”, explicou o Delegado Leonardo Alves.
O Delegado informou ainda que, a pressão psicológica feita pelo detento era tamanha, que ele chegava a falsificar mandados de prisão e dizia que a vítima seria presa, caso não lhe enviasse os valores exigidos.
O inquérito policial foi encaminhado ao Ministério Público e, caso o suspeito seja condenado pelos crimes ora elucidados, pode ser condenado a pena de até mais de 29 anos de reclusão.

Por: Assessoria de Comunicação PC-AP

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