Revitalizado, Museu Sacaca atrai centenas de visitantes durante campanha de valorização

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Mais de 600 pessoas passaram pelo local para participar da vasta programação, que vai até as 22h30 desta sexta-feira, 23, com show cultural.

 Foto: Irineu Ribeiro

A programação da campanha “Vem pro museu. Valorize, que é nosso”, atraiu um grande público nesta sexta-feira, 23 – segundo dia do evento. O governo reformou o Museu Sacaca e lançou a campanha para estimular o aumento das visitações. O espaço recebeu centenas de alunos de sete escolas públicas estaduais e outros visitantes, que foram prestigiar as atrações.

Segundo a direção do museu, mais de 600 pessoas passaram pelo local para participar da vasta programação, recheada com apresentações de grupos de marabaixo, batuque, toada, capoeira, contação de histórias e poesias, literatura, pinturas, teatro, palestras, além de exposição e comercialização de plantas ornamentais e medicinais.

Foram mais de 10 apresentações culturais, incluindo grupos de dança tradicionais indígenas, peças teatrais, grupos de toadas Troup Tribal, tribo Galibi, e Essência da Amazônia. O destaque foi a apresentação do grupo de dança de mulheres indígenas do Parque Montanha do Tumukumake, que arrancou aplausos do público.

A programação prossegue até às 22h30, com shows de artistas locais e regionais, que vão encerrar a programação com muita música. Pelo palco do Sacaca vão passar cantores consagrados: Amadeu Cavalcante, Brenda melo, Nivito Guedes, Nonatos Santos, Val Milhomem, Finéias Nelluty, Osmar Júnior, Grupo Gente de Casa, e Cleverson Baía então entre as atrações.

“O Sacaca é um espaço importante para a sociedade amapaense, que junta acontecimentos científicos populares, utilizados por estudantes e pesquisadores locais, nacionais e internacionais”, enfatizou o coordenador do Museu, Herivelson Souza.

O museu

O Museu Sacaca foi criado com o objetivo de disseminar e valorizar a cultura dos povos da Amazônia, através de espaços que demonstram e representam suas relações com o meio natural, o modo de vida dos ribeirinhos, índios, caboclos e quilombolas.

Sua estrutura física contempla 20 mil metros quadrados, e foi concebida para ser um espaço de histórias vivas, de forma a promover ações museológicas de pesquisa, preservação e comunicação, conservação do patrimônio global, desenvolvimento sustentável humano e do patrimônio cultural do Amapá. É aberto para visitações, gratuitamente, de terça-feira à domingo, entre 9h e 17h.

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 Créditos:Irineu Ribeiro