O lobista Sílvio de Barbosa Assis, um dos presos temporários da Operação Registro Espúrio

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O lobista Sílvio de Barbosa Assis, um dos presos temporários da Operação Registro Espúrio, é um velho conhecido da Justiça e dos bastidores políticos de Brasília.

Ele foi alvo recente de denúncia da Veja, flagrado acertando com a também lobista Verusca Peixoto da Silva, presa hoje, o pagamento de R$ 3,2 milhões em propina para ajudar na liberação de registro do Sindicato das Pequenas e Micro Empresas de Transporte Rodoviário de Veículos Novos do Estado de Goiás (Sintrave).

Sílvio começou como dono de jornal no Amapá, sendo apadrinhado de José Sarney. Fugiu para a capital federal depois de acusações de envolvimento com o crime organizado no estado – foi indiciado e preso após investigações da CPI do Narcotráfico.

Em Brasília, se apresentava como “operador do mercado financeiro”. Criou um jornal digital chamado FatoOnline, contratando a peso de ouro diversos jornalistas conhecidos.

Aproximou-se do governador Rodrigo Rollemberg e da deputada distrital Celina Leão (foto abaixo), conseguindo indicar nomes para o Detran-DF. Quando perdeu a boquinha, deixou de pagar os funcionários do site.

O lobista já bancou passagens aéreas de Vavá, irmão de Lula, e se vangloria da amizade com Carlinhos Cachoeira, financiador de Jovair Arantes (PTB).

Celina Leão, Sílvio de Assis e Rodrigo Rollemberg

Fonte: O Antagonista

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